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Placa de energia solar: Expectativas x realidade

A utilização de energia solar representa um grande avanço tecnológico e ambiental, uma vez que reduz a exploração de recursos naturais e diminui a poluição cada vez mais cresce. Em teoria é a matriz energética perfeita, mas ela realmente funciona como planejado? Quais são as diferenças entre expectativas sobre o seu uso e a realidade da aplicação deste recurso?

Um dos principais problemas na efetiva implementação da absorção solar para conversão em energia é o custo que essa tecnologia possui. A captação da luz do sol é realizada através de placas de silício usadas em painéis que por serem pesadas, grossas e compostas por um material complexo se tornam muito caras. Em contrapartida a opção criada para baratear esse processo são as placas OPV  (painéis fotovoltaicos orgânicos na sigla original em inglês) que além de terem a flexibilidade de um plástico comum ainda possuem espessura fina e não apresentam material tóxico, sendo perfeitas para o uso coletivo (carros, janelas, tetos, etc) como individuais (mochilas, bicicletas elétricas, etc). O recurso das placas fotovoltaicas tem sido usado por empresas, instituições públicas e cidadãos comuns, o que possibilita uma economia de energia e menos agressão ao meio ambiente, sendo uma fonte energética limpa e renovável.

Outra opção que parece ganhar força é a bateria Powerwall, que possui capacidade de 10 kWh e pode acumular a energia solar em painéis adaptados e condicionados para a captação do sol. O benefício de utilizar a bateria é a possibilidade de realizar constantes recargas nela com a luz solar: após a energia contida nela terminar – ou até mesmo quando estiver próximo do fim – basta ativar sua função de absorção para que ela recarregue a partir da incidência solar. Apesar de muito funcional a bateria não é portátil e é projetada para ser fixada em paredes: pesa 100 quilos e possui quase um metro e meio de altura – além de mais cerca de um metro de largura. O número e frequência de recargas depende do consumo de energia, mas utilizando como exemplo a média de kWh gasto nas residências brasileiras a bateria precisaria carregar somente oito ou dez vezes por mês. No entanto essa realidade parece ainda distante já que ainda está sendo implementada nos Estados Unidos com valores que ultrapassam três mil dólares e deve demorar bastante para chegar ao Brasil.

No cenário atual existe a ideia da aplicação de energia solar em ambientes rurais e agrícolas, visando aproveitar o grande espaço sem empecilhos de estrutura (campos abertos sem edifícios que bloqueiam a luz solar) e a dificuldade que muitos produtores rurais têm em acessar a energia elétrica, principalmente em localidades mais distantes. O recurso de utilizar a fonte solar auxilia na demanda de energia elétrica em regiões remotas e pode acabar com a dependência do uso de geradores a diesel, que apresentam grande desgaste financeiro e ambiental. A praticidade na implantação de torres de energia solar e de telecomunicação visando o monitoramento remoto também são fatores positivos, assim como o baixo custo de manutenção em comparação com o diesel.

 

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